Editorial

As últimas eleições modificaram significativamente o panorama político do País. Novos Senadores e Deputados Federais assumem em janeiro, sem contar governadores, deputados estaduais e autoridades do poder executivo ligadas ao segmento da saúde.

A Oftalmologia Brasileira enfrenta desafios, ameaças e problemas em vários campos e a integração de sua principal entidade representativa, o CBO, e as autoridades dos vários níveis e dos três poderes é fundamental para a saúde ocular da população, para a defesa das prerrogativas profissionais dos médicos oftalmologistas e para o avanço da especialidade em todos os sentidos.

O CBO precisa credenciar-se rapidamente como interlocutor independente, respeitado e confiável. Precisa preparar-se rapidamente para informar às novas autoridades o que representa a Oftalmologia Brasileira e sua grande importância para a saúde no Brasil e, para isto, precisa reconhecer dentre os eleitos quais estarão potencialmente mais acessíveis às nossas propostas, independente do partido a que pertençam.

A participação de todos os oftalmologistas do País para a realização deste trabalho é imprescindível. Precisamos de informações dos colegas sobre autoridades e representantes políticos que tenham sido eleitos ou reeleitos em outubro de 2002 com os quais tenham contato. Para isto estamos enviando a todos os colegas um questionário para o qual solicitamos a máxima atenção e presteza na resposta. As informações coletadas servirão para nortear nossa ação política nos próximos anos, condição básica para a concretização de nosso ideal: uma Oftalmologia acessível a todos os brasileiros, respeitada, valorizada, competente e cada vez melhor.

Suel Abujamra
Presidente

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