Prova Nacional de Oftalmologia |
Realizada em 17 de janeiro, a Prova Nacional de Oftalmologia teve um índice de aprovação de 92,60%. Elaborada pela Comissão de Ensino I - Avaliação Profissional, coordenada por Paulo Peret, a Prova foi realizada simultaneamente em onze capitais brasileiras contando, em cada local, com um representante do CBO originário de outro Estado da Federação. Contou com cem questões, provenientes de sugestões enviadas pelos coordenadores dos 54 cursos de especialização em oftalmologia credenciados pelo CBO. Na edição de 2003, a Prova Nacional de Oftalmologia teve 319 inscritos, dos quais 311 compareceram, 288 foram aprovados e 23 reprovados. A maior média obtida por um curso foi 86,67 e a menor 59,00. A maior nota obtida por um aluno foi 93 e, a menor, 41. |
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Conselho Consultivo do CBO 
Em 1º de fevereiro, foi realizada uma reunião entre a diretoria do CBO, o Conselho Consultivo da entidade e o presidente do Congresso Mundial de Oftalmologia de 2006, Rubens Belfort Junior para discutir a realização do evento e a forma de participação do CBO. Foi decidido que haverá uma convocação extraordinária do Conselho Deliberativo do CBO para discutir mudanças no estatuto da entidade para permitir a realização do congresso brasileiro de oftalmologia no primeiro semestre do ano. (Veja convocação). CBO tem novo Tesoureiro Depois de vários anos de serviços prestados ao CBO, Henrique Kikuta desligou-se do cargo de tesoureiro da entidade, sendo substituído por Adamo Lui Netto.  Henrique Kikuta Adamo Lui Netto | Henrique Kikuta ocupou o cargo de tesoureiro do CBO durante as gestões de Geraldo Vicente de Almeida e Marcos Ávila e parte da gestão de Suel Abujamra, além de ter assumido outras responsabilidades e cumprido funções importantes em várias comissões. Entre outras realizações, contribuiu para a ampliação da sede física do CBO, colaborou ativamente para a implantação do Guia do Oftalmologista e para a assinatura do convênio entre o CBO e o Banco do Brasil para a concessão de empréstimos em condições especiais para os associados da entidade. Dinamizou a sistemática de cobrança das anuidades, possibilitando o parcelamento e o pagamento com cartões de crédito, foi um dos maiores incentivadores da adoção da internet pelo CBO e foi coordenador da Comissão de Mercado de Trabalho na Oftalmologia, responsável pela elaboração do Censo Oftalmológico e por suas atualizações anuais. |
De acordo com Suel Abujamra, o afastamento de Henrique Kikuta da diretoria do CBO é circunstancial e a classe oftalmológica e o CBO continuarão contando com sua valiosa colaboração. Adamo Lui Netto, o novo tesoureiro do CBO, foi presidente da SOBLEC, responsável pela compra da primeira sede própria da entidade. Sua admissão ao cargo significa a continuidade dos trabalhos da tesouraria dentro dos padrões de dinamismo e seriedade impostos pela realidade atual do Conselho Brasileiro de Oftalmologia. |
Atualizada “Nossa preocupação principal foi dotar os médicos que estão em nossos cursos credenciados de uma lista completa e atual de obras de referência, que abordasse todos os aspectos da oftalmologia, desde as ciências básicas, ou seja a anatomia, fisiologia etc.., até as informações necessárias para a compreensão e o desempenho dentro das várias subespecialidades. O trabalho já está pronto e foi submetido à Comissão de Ensino e aprovado”. Esta é a avaliação de Vital Paulino Costa, um dos professores de oftalmologia que, juntamente com Haroldo Vieira de Moraes Júnior, foi encarregado pela Comissão de Ensino do CBO de atualizar a Bibliografia Mínima utilizada nos cursos de especialização credenciados pela entidade e como obras de referência para estudo e elaboração da Prova Nacional e do Exame de Habilitação, os dois testes de conhecimentos teóricos utilizados para a concessão do Título de Especialista em Oftalmologia emitido pelo CBO/AMB. Paulino Costa afirma que a Bibliografia Mínima Nacional também é um item de avaliação para o credenciamento ou o recredenciamento dos cursos de especialização em oftalmologia. “É uma lista de obras que precisam estar disponíveis para os alunos durante o aprendizagem”, declarou. Para Vital Paulino Costa, a principal preocupação dos dois professores encarregados de atualizar a bibliografia foi estabelecer sua renovação levando em conta que a medicina e a oftalmologia têm se desenvolvido com grande rapidez e muitas informações tornam-se obsoletas rapidamente. “Um capítulo sobre qualquer doença oftalmológica extremamente atualizado há dez anos, hoje, provavelmente não possui todas as informações que consideramos importantes. Dentro da medicina, provavelmente a oftalmologia tenha sido a especialidade que mais evoluiu, não só do ponto de vista tecnológico, mas do ponto de vista científico, com a descoberta de mecanismos de doenças, criação de tratamentos, enfim, uma série de progressos que precisam ser de conhecimento de todos aqueles que querem exercer a especialidade”, afirmou. A atualização da Bibliografia Mínima também teve o objetivo de incentivar a literatura oftalmológica nacional. Paulino Costa destaca que atualmente existe na Oftalmologia Brasileira uma massa crítica considerável capaz de produzir obras de relevo em todas as áreas da especialidade. “Isto não é bairrismo. É um orgulho para todos nós que os médicos de hoje possam estudar todos os pontos da oftalmologia com autores brasileiros. No trabalho de atualização que realizamos nosso critério fundamental foi o valor científico das obras, mas temos a consciência de que os autores brasileiros escolhidos equivalem ao que existe de melhor na ciência oftalmológica atual. A grande dificuldade que tivemos foi de outra ordem: como escolher entre tantas obras de excelente qualidade aquelas que comporiam a Bibliografia Mínima Nacional”. (Veja também matéria sobre reunião da comissão de ensino e a Bibliografia Mínima Nacional). |
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