XXXII Congresso Brasileiro de Oftalmologia
Programação Social

Daniela Mercuri de Almeida Povoas nasceu em 1965 e desde criança dedicou-se ao estudo da dança. Filha de Liliana Mercury, assistente social descendente de italianos, e de Antônio Fernando de Abreu Ferreira de Almeida, mecânico industrial português que se radicou no Brasil aos onze anos, Daniela passou a infância numa casa com jardim e quintal em uma rua tranqüila do bairro de Brotas, em Salvador, ao lado de seus quatro irmãos: Tom, Cristiana, Vânia e Marcos. Em sua adolescência, Daniela foi fortememente marcada pela presença de grandes artistas baianos na cultura nacional, tais como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa e Maria Bethânia, antecedidos por João Gilberto.

Cursou a Faculdade de Dança da Universidade Federal da Bahia (o primeiro curso de nível superior do gênero no país) quando, estimulada por amigos começou a cantar em barzinhos, na noite da Capital Baiana.

Logo em seguida, ousou enfrentar a prova de fogo do trio elétrico - um palco móvel acompanhado por milhares de pessoas pelas ruas de Salvador durante o carnaval, onde revelou-se e fez grande sucesso. Adotou o nome artístico de Daniela Mercury.

Foi o primeiro fenômeno baiano da chamada Axé Music ou “Samba Reggae”, gênero onde pode somar seus talentos como cantora e dançarina. No início de sua carreira, estabeleceu uma parceria positiva com Gilberto Gil, mas logo conquistou uma sólida carreira solo. Também é compositora e arranjadora de várias das músicas que canta.

Os Primeiros discos da sua carreira foram “Swing da Cor” e “Meninos do Pelô”, que não obtiveram muita repercussão fora da Bahia. Depois vieram “O Canto da Cidade”, grande sucesso que vendeu mais de 1,2 milhão de cópias, “Música de Rua” (do qual Daniela é autora de seis das doze músicas), “O Canto da Cidade”, “Feijão com Arroz” e “Elétrica”. Segundo vários críticos musicais, a artista está numa fase de transição, procurando novas formas de expressão.

Daniela Mercury será a grande estrela da Grande Festa Baiana do XXXII Congresso Brasileiro de Oftalmologia, que ocorrerá na sexta-feira, 12 de setembro.

Dona de uma voz marcante e sempre decidida a vencer na carreira musical, Wil Carvalho começou cantando em barzinhos e logo passou a ser notada e aplaudida quando interpretava algumas pérolas da MPB.

Por três anos integrou a Banda Reflexu’s e depois a Banda Teite.


Surgida em 1990 na cidade de Cruz das Almas (no Campus da Universidade - Faculdade de Agrônomia) com o nome de Griff, a Banda “Acarajé com Camarão” passou assim a ser chamada em homenagem à uma das mais famosas especialidades da Comida Baianaz. Composta pelos irmãos Sena Campos, a banda tem Betinho na bateria, Maurício (Guitarra e Vocal), Murilo (Teclado) e Carol (Vocal), e mais baixista, guitarrista, percussionista, saxofonista e acordeonista. No reveilon 99/2000 apresentaram-se no Newark Sympony Hall (EUA), quando recebeu ótimas críticas de importantes jornais daquele país.

Ainda como Griff Tocou os mais variados ritmos, até que em 1998 caracterizou-se através do forró
 

O Bloco Araketu existe desde de março de 1980 quando alguns foliões de Periperi (bairro do Subúrbio Ferroviário de Salvador) decidiram formar uma agremiação para desfilar no Carnaval da Bahia. Tanto o nome do Bloco (Araketu significa “Povo de Ketu”) quanto a temática das fantasias e das músicas já revelavam uma preocupação do grupo com a divulgação e preservação dos signos da cultura afro-baiana, então em acelerado processo de renascimento na Bahia.

De todos os Blocos Afros, o Araketu foi o primeiro a adotar uma postura anti-racista ao aceitar em suas hostes pessoas das mais diversas situações sócio-econômicas, sem discriminação de cor, de sexo ou religião, revelando-se uma das entidades mais abertas e representativas da cultura sincrética brasileira. Foi deste modo que o Bloco angariou a simpatia do público, sagrando-se campeão do Carnaval pelos três anos seguintes.

A partir de 1990, a Banda Araketu, atração do bloco, tornou-se afro-pop, sempre preocupada com a valorização da percussão, mas sustentada por guitarras, sintetizadores e sopro.


A importância da Frente Parlamentar da Saúde Ocular, o papel do CFM diante do exercício ilegal da medicina, a atuação dos ministérios e a mobilização profissional dos médicos oftalmologistas são alguns dos temas que serão discutidos durante a Sessão de Mobilização Profissional que ocorrerá em 11 de setembro, das 12hs. às 14hs., como parte da programação do XXXII Congresso Brasileiro de Oftalmologia.

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